O Início do Preto no Metal

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O Projeto Preto no Metal foi uma reunião de fotografias de músicos negros atuantes no cenário Heavy Metal no Rio Grande do Sul, resultante em uma exposição de Artes Visuais e um documentário, retratando a realidade destes artistas em um contexto de ainda pouca apropriação étnica versus estilo musical. O objetivo principal do projeto é proporcionar representatividade social  ao negro, uma forma de ter voz ativa no Heavy Metal e, assim, fomentar o seu ingresso nesse cenário, incentivando-o a ter uma carreira na música pesada, seja como músico instrumentista, vocalista ou ainda produtor musical.

O projeto surgiu quando a fotógrafa Indy Lopes captou algumas imagens do Vinicius Rodrigues, um músico negro atuante no cenário da música underground em Porto Alegre, para compor seu portfólio. A ideia da fotógrafa era fazer ensaios com pessoas fora da curva no padrão social.

Após o ensaio, foi postada em rede social uma foto do Vinicius juntamente com Lohy Silveira que ajudava no ensaio, a foto tinha a legenda:  


- “Os Black do Death”, isso porque os dois são músicos da ramificação Death Metal, vendo isso Dênis Lapuente, amigo pessoal de Indy, sugeriu ampliar esse ensaio a outros músicos negros da região, a ideia foi bem aceita e neste momento vendo tudo isso, Lohy entendeu e sugeriu que isso virasse um projeto sócio cultural, nascia aí o Preto no Metal.  
Essa simples sugestão, inicialmente despretensiosa, deu espaço para vários questionamentos quanto à participação dos negros nesse estilo musical e permitiu vislumbrar a criação de um projeto cultural com a intenção de enaltecer sua maior participação no mundo da música pesada, proporcionando reflexões e diálogos que levem à sua representatividade social e cultural. 

Coletivo livre tem em seu nome a sigla L.I.V.R.E que significa: 
LIBERDADE / INCLUSÃO / VERDADE / RESPEITO / ESPERANÇA